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Crean en Australia electrodo barato para descomponer agua

Canberra, 7 may (PL).

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Expertos de la australiana Universidad de Nueva Gales del Sur crearon un electrodo barato capaz de descomponer el agua, que promete el impulso de la producción de hidrógeno como combustible limpio, destacó hoy el sitio Amazings. Creado por Xunyu Lu y Chuan Zhao, el dispositivo es un productor eficiente de oxígeno que puede ser adaptado a procesos industriales de obtención de hidrógeno mediante la electrólisis, el proceso de descomposición del agua mediante la corriente eléctrica. Hasta ahora el hidrógeno se produce mediante combustibles fósiles como el gas natural, el petróleo y el carbón, porque esta clase de métodos es todavía más barata que la vía ofrecida por la electrólisis del agua. A diferencia de otros electrolizadores para agua que utilizan metales preciosos como catalizadores, el nuevo electrodo está hecho por completo a partir de metales no preciosos y abundantes: níquel y hierro. El hidrógeno tiene un amplio campo como combustible de objetos portátiles, incluidos vehículos. A pesar de sus elevados costos actuales es muy empleado en la rama espacial.

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Crean en Australia electrodo barato para descomponer agua

Canberra, 7 may (PL) Expertos de la australiana Universidad de Nueva Gales del Sur crearon un electrodo barato capaz de descomponer el agua, que promete el impulso de la producción de hidrógeno como combustible limpio, destacó hoy el sitio Amazings. Creado por Xunyu Lu y Chuan Zhao, el dispositivo es un productor eficiente de oxígeno que puede ser adaptado a procesos industriales de obtención de hidrógeno mediante la electrólisis, el proceso de descomposición del agua mediante la corriente eléctrica.

Hasta ahora el hidrógeno se produce mediante combustibles fósiles como el gas natural, el petróleo y el carbón, porque esta clase de métodos es todavía más barata que la vía ofrecida por la electrólisis del agua.

A diferencia de otros electrolizadores para agua que utilizan metales preciosos como catalizadores, el nuevo electrodo está hecho por completo a partir de metales no preciosos y abundantes: níquel y hierro.

El hidrógeno tiene un amplio campo como combustible de objetos portátiles, incluidos vehículos. A pesar de sus elevados costos actuales es muy empleado en la rama espacial.

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Sesiona en La Habana sexta convencion de la tierra

La Habana, 6 may (PL)

Sexta Convención de Ciencias de la Tierra

Expertos de Cuba y otros países analizaron el comportamiento de la geociencia al servicio de la sociedad y el desarrollo durante una de las sesiones de la Sexta Convención de Ciencias de la Tierra celebrada hoy aquí. Este evento es el quinto al que asisten estos petroleros quienes reconocen el valor de esta VI convención cubana de ciencias de la tierra a la que asisten científicos de unos 31 países de todas las latitudes con énfasis en América Latina y Canadá. La presentación de 700 ponencias relacionadas con la exploración de petróleo y gas, tecnología de perforación de pozos horizontales de largo alcance y geofísica aplicada a la exploración geológica constituye una posiblidad para sus expertos de intercambio y continuidad en la prestación de servicios. Con una experiencia de 20 años en el estudio de las propiedades físicas de los pozos petroleros, la empresa canadiense Datalog profundiza en las posibilidades de investigación de los terrenos rocosos en Cuba. Datalog se dedica a las operaciones en los registros geofísicos, con la intención de determinar el tipo de formaciones y las cualidades de las rocas, refirió el gerente de operaciones petroleras de la entidad, Gustavo Murillo. “También para la parte de petróleo, para determinar qué tipo de formaciones están perforando y determinar si hay petróleo o no” agregó Murillo. La empresa canadiense trabaja en la zona delimitada entre Varadero y La Habana y en América Latina tiene operaciones en Colombia, igualmente operan en Canadá, Indonesia y Australia, agregó el ingeniero colombiano.

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Marine Biology, the International Journal on Life in Oceans and Coastal Waters

Source: http://www.springer.com/environment/aquatic+sciences/journal/227 Editor-in-Chief: U. Sommer Guest Editor: E. Briski (http://elizabetabriski.yolasite.com/) Interested authors are kindly asked to send an e-mail with a tentative title to marinebiology@geomar.de before June 15, 2015.

Motivation

Invasive species are a worldwide environmental issue and have significant impacts on global ecosystems and economies. Hence to develop management strategies to prevent new invasions, it is essential to resolve the origins of these species and transport vectors that have facilitated their range expansions. Testing of hypotheses related to invasion ecology, such as importance of genetic diversity and phenotypic plasticity, hybridization, or enemy release, is essential for understanding mechanisms underlying invasion success and ability of invasive species to adapt rapidly during the invasion process. This special issue aims to address fundamental tenets of invasion ecology to shed a new light into this important part of marine biology.

Submissions

Original contributions, not currently under review to another journal or conference are welcome. Beside original research articles, method articles, reviews and comments are also welcome, provided that they meet the topic of the Special Issue.Manuscripts on marine organisms are preferred, but freshwater work of extraordinary significance can be considered as well.All papers will be rigorously reviewed based on the quality: originality, high scientific quality, organization and clarity of writing. Guidelines for preparation of the manuscripts and submission are provided in the right-hand column of this website.For questions please contact the Managing Editor at marinebiology@geomar.de.Papers will be published online about 20 days after acceptance and are citable then as DOIs.As soon as all suitable manuscripts are accepted, they will be published together with an editorial comment in one special print issue.

Topics

Areas include, but are not restricted to: Ecology, Phenology, Physiology, Genetics, Biochemistry, Environmental and Economic Impacts, Management Strategies, Vectors and Pathways, Biogeography, Experimental Design, Diseases, Evolutionary Ecology, Trophic Importance.

Important Dates

Interested authors are kindly asked to send an e-mail with a tentative title to marinebiology@geomar.de before June 15, 2015.Deadline for abstract submission: Sept 15, 2015Deadline for paper submission: Dec 15, 2015Publication of accepted manuscripts: 2016
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Brasil: E você, também gosta de camarão?

Por Rafael Fernández de Alaiza G. M. Publicado em 13/03/15 A apreciação ao camarão e aos pratos elaborados a base de camarão marinho parece ser comum em quase todo o planeta. Desde os mais ricos até os mais pobres, poucos são os que se recusam a saborear esta delícia. Contudo, seu alto preço o faz uma iguaria rara na mesa de pessoas com poucos recursos. Então, há pouco camarão? Não é este o ponto. É verdade que a pesca deste crustáceo vem diminuindo globalmente, mas simultaneamente o cultivo em fazendas de camarão vem crescendo a níveis jamais sonhados. Apenas como exemplo, em 2010 a Rep. Pop. da China produziu 1,3 milhões de toneladas de camarão, sendo a maior parte dessa produção consumida no próprio país. Quanto ao Brasil, em 2004 ainda se capturou 80.000 t de camarões em pescarias marinhas. E já em fazendas de camarão foram produzidas entre 60-90.000 t por ano, principalmente na região nordeste do país, nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Lopes, 2008; MPA, 2010). Todo o camarão que chega ao mercado é vendido, seja localmente ou internacionalmente, e ainda assim uma demanda não atendida permanece. Mas o que impede a produção do camarão ser maior para que os preços baixem? Na minha opinião, vários fatores conspiram contra isso. Vejamos: 1. Os custos de produção com a tecnologia atual. Camarões marinho são em sua maioria onívoros, ou seja, consomem uma grande variedade de alimentos, e por assim dizer, são como “uma galinha no quintal da casa”. Mas os ingredientes utilizados na produção da ração (pellets) que é usada para acelerar o crescimento em cativeiro, muitas vezes contêm farinha de trigo, soja ou milho, farinha ou óleo de peixe, vitaminas, minerais, etc.; matérias primas cujo preço é alto. Além do mais, utiliza-se energia elétrica para o bombeamento e aeração da água em piscinas ou reservatórios onde os camarões são confinados. Fator que também aumenta o custo do cultivo, mas que por outro lado é essencial para obtenção de altos rendimentos, permitindo dezenas de camarões em cada metro quadrado de viveiro. 2. Restrições ambientais. Depois de anos realizando cultivos com maior ou menor êxito, entre as diferentes espécies de camarões marinho que vivem na zona tropical do planeta, foi escolhida como melhor espécie para cultivo o camarão branco do Pacífico (Litopenaeus vannamei, também conhecido como camarão cinza). Oriundo da costa oeste da América, desde o Peru até o México, seu cultivo em outras regiões do mundo tem deslocado ou diminuído o cultivo de outras espécies nativas. Isso aconteceu com o famoso camarão asiático tigre gigante (Penaeus monodon), tradicionalmente cultivado na China, Índia, Vietnã, Indonésia, etc.; e também na costa atlântica da América, com o camarão branco (Litopenaeus schmitti), bem como muitas outras espécies. Autoridades ambientais regulam de alguma forma o cultivo do camarão branco do Pacífico em muitos países onde foi introduzido, exigindo medidas de controle para impedir sua fuga para o mar. Além disso, a construção de fazendas de camarão foi realizada em algumas regiões, especialmente no início, sem o devido cuidado de seu potencial de impacto ambiental, sobre manguezais, etc. Isto levou a uma rejeição da atividade por organizações e autoridades ambientais que só depois de muitos anos de trabalho com práticas mais amigas do ambiente, busca reverter. Em resumo, esses fatores têm impedido que a produção da carcinicultura continue crescendo com preços mais baixos, forçando os produtores a produzir principalmente para um mercado de elite: exportação, restaurantes, turismo, etc. Voltando a olhar para os camarões “crioulos” Um aspecto que por vezes é mencionado entre os produtores é a desvantagem em trabalhar com uma única espécie. Ou seja, se aparecer uma doença que afete Litopenaeus vannamei, a espécie de camarão mais cultivada no momento, seria bom ter cultivo simultâneo com outras espécies de camarão, quem sabe com alguma espécie com maior resistência ao ataque de patógenos específicos? Espécies nativas de camarão têm outra vantagem, não menos importante, podem ser cultivadas em gaiolas marinhas ou vendidas como isca viva para a pesca, ou pós-larvas produzidas em grandes quantidades para repovoar lagoas onde a espécie já tenha diminuído muito; tudo sem representar risco significativo de perturbação para o ambiente, uma vez que já estão lá. É por isso que há anos alguns pesquisadores têm tentado resgatar o cultivo de espécies nativas de camarão. No estado do Ceará, por exemplo, experimentos foram conduzidos para comparar o crescimento e a conversão alimentar do camarão Farfantepenaeus subtilis com o L. vannamei em viveiros intensivos de engorda (Maia e Nunes, 2003). Articulo completo: http://www.gia.org.br/19-not%C3%ADcias/282-e-voce-tambem-gosta-de-camarao

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Cuba: Baracoa se recupera después de fuertes lluvias

Baracoa, Cuba. – La región de Baracoa, en el extremo nororiental de Cuba, regresó este martes en la tarde a la calma tras las severas afectaciones producidas en los últimos días por varios fenómenos meteorológicos.

Más de 350 milímetros de lluvia en 48 horas provocaron la crecida de los 29 rios dBaracoa recibió fuertes lluviasel municipio, inundaciones totales y parciales de viviendas y afectaciones en la agricultura.

Decenas de toneladas de cacao se fermentaron en los centros de beneficio, mientras que tornados y una tormenta localmente intensa causaron serias afectaciones en las cubiertas de viviendas y centros de salud, así como en el servicio eléctrico y teléfonico.

Pese a las intensas lluvias en esta zona montañosa, la provincia de Guantánamo se mantiene alerta por la sequía, porque en la mayor parte del territorio sigue sin caer una gota de agua, dijo el Jefe de la Defensa Civil en esa provincia.

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